Graduado e Mestre em Engenharia pela UFES com formação complementar na França pela École Nationale d'Ingénieurs de Metz - ENIM, fez carreira no Corpo de Engenheiros da Marinha do Brasil até o posto de Capitão-Tenente, enquanto investia grande parte do seu salário na busca da independência financeira.
Com a consolidação da sua renda passiva, deixou a sua promissora carreira pública para empreender no mercado financeiro com grande sucesso.
Hoje, Marcel é:
▸Sócio da VALOR, um dos maiores escritórios de assessoria de investimentos do país
▸Head de Conteúdo de Finanças do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF/ES)
▸Professor de Gestão Financeira no Centro Universitário FAESA
"Contribuir para melhores decisões financeiras é: promover a prosperidade de famílias; é evitar perdas por conflito de interesses e 'papo de vendedor'; é fazer o que é certo.
Não se trata apenas de análises racionais, mas de respeito às escolhas individuais e da busca pela melhor solução possível. Afinal, decidir bem é aliar a técnica aos seus objetivos. Sem soluções aleatórias, induzidas ou 'comerciais'. Trata-se de buscar sempre A DECISÃO CERTA"
Dinâmicas de Poder: Do Tensionamento no STF ao Xadrez Diplomático no G7
17/06/2026 às 11:20 · 2 min de leitura
O cenário político-institucional brasileiro e a geopolítica global passaram por momentos de forte tensionamento e realinhamento estratégico. No plano doméstico, o Supremo Tribunal Federal (STF) tornou-se o centro de um intenso debate sobre os limites da atuação judicial e o combate à criminalidade organizada, enquanto no plano internacional, o protagonismo de líderes globais no encontro do G7 evidenciou as complexas dinâmicas de poder e diplomacia.
No âmbito do Judiciário brasileiro, a Segunda Turma do STF manteve a prisão preventiva de familiares ligados ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, no contexto das investigações envolvendo o Banco Master. A decisão, contudo, não foi unânime e expôs visões divergentes dentro da corte. De um lado, o ministro Gilmar Mendes manifestou preocupação com o que classificou como excessos processuais, comparando os métodos atuais aos utilizados no passado pela Operação Lava-Jato, alertando contra o uso de prisões cautelares como instrumento de pressão para obtenção de delações. Em contrapartida, o relator do caso, ministro André Mendonça, defendeu a regularidade das investigações, rechaçando a analogia com operações anteriores e enfatizando a necessidade de rigor diante de indícios de atuação de organização criminosa.
O desdobramento do caso ganhou novos contornos com a retirada do sigilo de relatórios da Polícia Federal, que apontaram supostos repasses financeiros e vantagens indevidas a parlamentares federais, ampliando o foco do escândalo para além do sistema financeiro. Esse cenário de alta visibilidade e atrito institucional reflete-se na percepção pública e projeta impactos para o debate político de médio prazo, especialmente no que tange às discussões sobre o papel e as competências das instâncias superiores de Justiça.
Paralelamente, a diplomacia internacional concentrou atenções na cúpula do G7, realizada na França. O evento reuniu chefes de Estado das principais economias ocidentais em um ambiente marcado pela busca de convergências diante de crises globais, segurança de vias marítimas estratégicas e transição energética. O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva participou das sessões ampliadas, proferindo discursos focados em críticas à desigualdade econômica mundial, ao protecionismo comercial e à necessidade de preservação da soberania nacional no combate ao crime transnacional.
A dinâmica da cúpula também foi marcada pela presença do presidente norte-americano Donald Trump, cujo retorno à Casa Branca redefiniu prioridades nas relações bilaterais e multilaterais. Os líderes europeus adotaram uma postura de pragmatismo e aproximação diplomática, buscando assegurar a estabilidade de acordos internacionais e evitar rupturas no bloco ocidental. O encadeamento desses eventos demonstra que tanto as crises institucionais internas quanto as grandes articulações globais demandam constante mediação e equilíbrio entre os poderes estabelecidos.
Saiba como tomar melhores decisões alinhadas aos seus objetivos pessoais. Acesse também ferramentas exclusivas e receba um diagnóstico individualizado com o plano de ação para que seus sonhos se tornem conquistas.
01
A Decisão Certa
Para atingir seus objetivos pessoais, primeiro é fundamental entender que escolher e decidir são ações distintas, porém complementares. Nesse contexto, conhecer os quatro tipos de decisão traz clareza sobre conflitos de interesses e aumenta a racionalidade do processo decisório.
02
Processo de Consolidação Patrimonial
Rumo à completa independência financeira, todos nós devemos passar por duas etapas que envolvem 3 sistemas: sistema de geração de valor, sistema de crescimento exponencial e sistema de geração de renda. Em cada um, o processo de tomada de decisão envolve abordagens distintas que otimizam o resultado.
03
Atingindo seus Objetivos
Neste módulo, você irá entender que, para atingir seus objetivos financeiros, será necessário calcular a sua Taxa Mínima de Atratividade (TMA) e investir com Taxa Interna de Retorno (TIR) superior a ela. Como bônus deste módulo, você irá realizar um diagnóstico personalizado que definirá a sua TMA, bem como o plano de ação para atingir seus objetivos.
04
Alavancagem Patrimonial Inteligente
Consórcio é realmente mais barato que financiamento? Alavancagem financeira é sempre uma boa opção? Descubra quando e como alavancar com o cálculo correto. Você vai entender o conceito de Custo Efetivo Total (CET) e utilizará ferramentas exclusivas para que você nunca mais caia em "papo de vendedor".