Graduado e Mestre em Engenharia pela UFES com formação complementar na França pela École Nationale d'Ingénieurs de Metz - ENIM, fez carreira no Corpo de Engenheiros da Marinha do Brasil até o posto de Capitão-Tenente, enquanto investia grande parte do seu salário na busca da independência financeira.
Com a consolidação da sua renda passiva, deixou a sua promissora carreira pública para empreender no mercado financeiro com grande sucesso.
Hoje, Marcel é:
▸Sócio da VALOR, um dos maiores escritórios de assessoria de investimentos do país
▸Head de Conteúdo de Finanças do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF/ES)
▸Professor de Gestão Financeira no Centro Universitário FAESA
"Contribuir para melhores decisões financeiras é: promover a prosperidade de famílias; é evitar perdas por conflito de interesses e 'papo de vendedor'; é fazer o que é certo.
Não se trata apenas de análises racionais, mas de respeito às escolhas individuais e da busca pela melhor solução possível. Afinal, decidir bem é aliar a técnica aos seus objetivos. Sem soluções aleatórias, induzidas ou 'comerciais'. Trata-se de buscar sempre A DECISÃO CERTA"
Os bastidores do poder em Brasília e a movimentação geopolítica global vivem dias de intensa ebulição, com desdobramentos que misturam segurança jurídica, pragmatismo partidário e as complexas dinâmicas do comércio internacional.
No plano doméstico, o centro das atenções se volta para o chamado "caso Master". A recente rejeição, por parte da Polícia Federal, da segunda tentativa de delação premiada do ex-banqueiro Daniel Vorcaro intensificou as movimentações em diferentes esferas. O cenário revela uma clara divisão de forças: de um lado, setores focados em estancar os reflexos da investigação e acomodar os desdobramentos por meio de medidas institucionais, como uma eventual transição para prisão domiciliar. De outro, grupos que buscam sustentar o avanço das apurações.
A complexidade do caso se reflete no comportamento dos partidos. O Centrão, movido por pragmatismo estratégico, evita endossar propostas como uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), visando preservar estabilidades regionais e focar nas composições orçamentárias e partidárias. Simultaneamente, a percepção pública sobre o impacto do escândalo demonstra-se pulverizada, indicando que o desgaste gerado pela crise acabou distribuído entre múltiplas instituições e espectros do cenário nacional. Outro fator que adiciona pressão ao ambiente jurídico são os questionamentos externos à condução de processos judiciais brasileiros, evidenciados por recentes decisões de cortes europeias.
No plano internacional, o foco se desloca para a cúpula do G7 na França. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa do encontro em um momento de tensões comerciais com os Estados Unidos, motivadas por propostas de sobretaxas alfandegárias que podem atingir produtos brasileiros. A estratégia do governo brasileiro prioriza discussões técnicas por meio de grupos de trabalho, enquanto o presidente planeja usar o fórum global para criticar medidas protecionistas unilaterais de forma ampla. Além das pautas de comércio, a agenda do país inclui temas como parcerias para o desenvolvimento, governança global, proteção digital de menores e a valorização local no processamento de minerais críticos. O evento também serve de palco para encontros bilaterais estratégicos, incluindo diálogos com as lideranças do Japão e da França.
Paralelamente à cúpula, o cenário global acompanha com cautela as negociações entre Estados Unidos e Irã para a assinatura de um acordo provisório de paz. O plano envolve duas etapas fundamentais: o cessar-fogo imediato, com a reabertura do Estreito de Ormuz, seguido por discussões complexas sobre o programa nuclear iraniano e a flexibilização de sanções econômicas. Embora persista um otimismo moderado, a implementação esbarra em resistências regionais, na governança de vias marítimas cruciais e no gerenciamento de forças locais, desenhando um quadro de transição sensível para a segurança do Oriente Médio e para a economia global.
Saiba como tomar melhores decisões alinhadas aos seus objetivos pessoais. Acesse também ferramentas exclusivas e receba um diagnóstico individualizado com o plano de ação para que seus sonhos se tornem conquistas.
01
A Decisão Certa
Para atingir seus objetivos pessoais, primeiro é fundamental entender que escolher e decidir são ações distintas, porém complementares. Nesse contexto, conhecer os quatro tipos de decisão traz clareza sobre conflitos de interesses e aumenta a racionalidade do processo decisório.
02
Processo de Consolidação Patrimonial
Rumo à completa independência financeira, todos nós devemos passar por duas etapas que envolvem 3 sistemas: sistema de geração de valor, sistema de crescimento exponencial e sistema de geração de renda. Em cada um, o processo de tomada de decisão envolve abordagens distintas que otimizam o resultado.
03
Atingindo seus Objetivos
Neste módulo, você irá entender que, para atingir seus objetivos financeiros, será necessário calcular a sua Taxa Mínima de Atratividade (TMA) e investir com Taxa Interna de Retorno (TIR) superior a ela. Como bônus deste módulo, você irá realizar um diagnóstico personalizado que definirá a sua TMA, bem como o plano de ação para atingir seus objetivos.
04
Alavancagem Patrimonial Inteligente
Consórcio é realmente mais barato que financiamento? Alavancagem financeira é sempre uma boa opção? Descubra quando e como alavancar com o cálculo correto. Você vai entender o conceito de Custo Efetivo Total (CET) e utilizará ferramentas exclusivas para que você nunca mais caia em "papo de vendedor".